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    Esta palavra no dicionário

    esquiça | n. f. | n. f. pl.

    Batoque; pau com que se tapa o orifício que se faz nas vasilhas para tirar vinho....


    estenderete | n. m.

    Má figura que se faz discursando ou em atos escolares ou públicos....


    pernil | n. m.

    Parte mais delgada da perna do animal, especialmente do porco....


    suspiro | n. m.

    Respiração anelante causada por dor ou paixão que move o ânimo....


    cavirão | n. m.

    Espécie de espicha grande....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?