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    Esta palavra no dicionário

    barrachel | n. m.

    Oficial militar, não combatente, que andava à cata dos desertores....


    camelo | n. m.

    Designação comum aos mamíferos ruminantes do género Camelus, da família dos camelídeos, comuns na Ásia Central e no Norte de África, com uma ou duas bossas gordurosas no dorso e usados, entre outras coisas, como animais de carga....


    Planta valerianácea, medicinal (Valerianna officinalis) que atrai os felinos....


    erva-gato | n. f.

    Planta herbácea da família das labiadas (Nepeta cataria), aromática e medicinal, que atrai os felinos....


    catarense | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ou pertencente ao Catar, país asiático da Península Arábica....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?