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    Esta palavra no dicionário

    dique | n. m.

    Construção para deter a passagem das águas ou para retê-las ou desviá-las em determinada direção....


    bizu | n. m. | adj. 2 g.

    Pessoa de quem se omite ou desconhece o nome....


    plá | n. m.

    Indicação ou informação útil, geralmente pouco divulgada....


    amota | n. f.

    Aterro ou dique à borda de um rio, destinado a impedir inundações....


    doca | n. f.

    Bacia com vários cais, dentro de um porto, para carga, descarga ou abrigo de embarcações....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?