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    Esta palavra no dicionário

    alfurja | n. f.

    Pátio interior, destapado, que deixa passar a luz a e o ar....


    caneco | n. m. | adj. n. m. | adj. | interj.

    Vasilha destapada de madeira, mais larga no fundo que na boca, para transportar líquidos ao ombro....


    apocalipse | n. m.

    Livro da Bíblia com as revelações feitas a São João Evangelista. (Com inicial maiúscula.)...


    abrir | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Fazer cessar o estado de fechado (ex.: abri as janelas)....


    cegar | v. tr. e intr. | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e pron. | v. tr.

    Tirar ou perder a visão; tornar ou ficar cego (ex.: foi um acidente que o cegou; com a evolução da diabetes, acabou por cegar)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?