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    chames

    Semelhante ao tecido chamado bretanha....


    acareante | adj. 2 g.

    Que promove acareação....


    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    boca | interj.

    Voz com que se chamam cães, especialmente para comerem ou apanharem qualquer objeto com a boca....


    chamejante | adj. 2 g.

    Que lança chamas; ardente; afogueado....


    cuche-cuche | interj.

    Emprega-se para chamar porcos e cães....


    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    Preso à armadilha chamada gangorra....


    Que chama os humores à superfície da parte a que se aplica....


    espampanante | adj. 2 g.

    Que chama muito a atenção; que dá muito nas vistas....


    Que chama muito a atenção no vestir, no andar ou no falar....


    farfalhudo | adj.

    Que chama muito a atenção, geralmente pela garridice ou pelo excesso dos adornos, pelas farfalheiras (ex.: chapéu farfalhudo)....


    flamante | adj. 2 g.

    Que arde em chama ou labareda....


    flamífero | adj.

    Que origina ou traz consigo chamas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?