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    pilassem-mas

    aviajado | adj.

    Diz-se da curva policêntrica formada por arcos de círculo que serve para unir dois pilares de diferente nível....


    gamostilo | adj.

    Formado por estiletes soldados entre si....


    macrostilo | adj.

    Que tem estiletes compridos....


    monostilo | adj.

    Diz-se do ovário que tem um só estilete....


    areostilo | adj. | n. m.

    Que tem as colunas muito distanciadas entre si....


    diostilo | n. m.

    Fachada de duas colunas, ou em que há colunas emparelhadas....


    monjolo | n. m.

    Engenho tosco, movido a água, empregado para pilar milho....


    paçoca | n. f.

    Carne pilada com farinha....


    pegão | n. m.

    Grande pilar ou suporte que reforça ou sustenta uma estrutura....


    pela | n. f.

    Bola usada em brincadeiras e jogos, especialmente de crianças....


    pérgula | n. f.

    Espécie de ramada para arbustos e trepadeiras....


    socado | adj. | n. m.

    Que levou socos....


    xerém | n. m.

    Farinha de milho para papas....


    paparote | n. m.

    Caldo feito com castanhas piladas....


    dodecastilo | n. m.

    Monumento ou edifício cuja fachada é ornada com doze colunas....


    pergulado | adj. | n. m.

    Que tem pérgula....


    estilólito | n. m.

    Estrutura serrilhada que se forma no interior de uma rocha sedimentar, após a sedimentação, como resultado de dissolução quando a rocha é submetida a pressões elevadas....


    bombó | n. m.

    Tubérculo de mandioca que, depois de fermentado e enxuto, é assado na brasa ou pilado para fazer a farinha do funje....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?