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    arriscasse-ma

    arriscado | adj.

    Perigoso; que oferece risco....


    árduo | adj.

    Que requer grande esforço ou grande trabalho para se conseguir fazer, manter ou suportar (ex.: tarefa árdua)....


    maningue | adv. | quant. exist. pron. indef. 2 g. 2. núm.

    Em grande quantidade ou intensidade (ex.: isso é maningue arriscado)....


    bem-parado | adj.

    Que está com bom andamento ou em boa situação....


    difícil | adj. 2 g. | adv.

    Que exige trabalho ou esforço para se fazer ou concretizar....


    Expressão usada para afirmar que o êxito de uma empresa procede muitas vezes de uma deliberação arriscada, audaciosa, imprudente, mas firme e resoluta....


    pai-nosso | n. m.

    Oração que começa com as palavras Pai nosso ou Padre nosso....


    rubicão | n. m.

    O que impede o movimento, a passagem ou a progressão....


    sirte | n. f.

    Banco de areia movediça....


    dança | n. f.

    Arte de dançar....


    cartada | n. f.

    Jogada de uma carta....


    aventureiro | n. m. | adj.

    O que corre ou busca aventuras....


    fofa | n. f.

    Antiga dança lasciva....


    parada | n. f.

    Ação de parar, de deter-se....


    ventura | n. f.

    Tendência ou força, independente da vontade, para circunstâncias maioritariamente positivas ou maioritariamente negativas (ex.: desejo de boa ventura; dia de má ventura)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?