Esta palavra no dicionário

    lápis | n. m. 2 núm.

    Artefacto, geralmente de madeira, cilíndrico, comprido e fino, cujo interior contém uma barra de grafite para escrever ou desenhar (ex.: para a prova de desenho, é preciso levar papel, lápis e borracha)....


    ozoterite | n. f.

    Substância betuminosa que se encontra na terra e de que se extrai a parafina....


    estêncil | n. m.

    Material plano e fino, que permite imprimir e reproduzir algo numa superfície através das aberturas ou cortes que se preenchem com tinta....


    ambrina | n. f.

    Designação dada a várias plantas herbáceas da família das quenopodiáceas, do género Chenopodium, com folhas mais ou menos triangulares, vulgares nas lavouras e nos baldios....


    giz | n. m.

    Variedade de carbonato de cal usado como lápis branco....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "Parafinava-Mo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?