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    Esta palavra no dicionário

    indiferente | adj. 2 g.

    Que tem ou manifesta indiferença....


    lo | pron. pess.

    Pronome que, em vez de o, se apõe encliticamente às pessoas verbais de terminação em r, s ou z, determinando a queda dessas consoantes (ex.: vais vesti-lo [= vestir + o]; tu aplaude-la [= aplaudes + a]; ele fê-los [= fez + os])....


    Fórmula com que os atores romanos, no fim de uma comédia, solicitavam os aplausos do público....


    No mais alto grau ou intensidade (ex.: aplaudiram muitíssimo; estava muitíssimo cansada)....


    claque | n. f.

    Grupo de indivíduos encarregados de aplaudirem uma equipa, uma peça, um ator, um artista de circo, etc....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?