Esta palavra no dicionário

    lampião | n. m.

    Espécie de caixa, rodeada de vidros, com luz no interior, ao abrigo do vento....


    mastro | n. m.

    Cada uma das peças altas (verticais ou oblíquas) onde se sustentam as velas de uma embarcação....


    palito | n. m. | n. m. pl.

    Haste fina e aguçada nas pontas, geralmente de madeira, usada para limpar os dentes ou para levar à boca pequenos alimentos....


    corfebol | n. m.

    Modalidade desportiva em que duas equipas mistas, cada uma com quatro jogadores do sexo masculino e quatro do sexo feminino, devem introduzir uma bola num cesto sem tabela, colocado no cimo de um poste de 3,5 metros de altura....


    combustor | n. m.

    Poste para iluminação pública....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "postezinhos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?