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    Esta palavra no dicionário

    arriosta | n. f.

    Pedra a que se prende arame entrançado para segurar ramadas....


    charamba | n. f.

    Dança popular do folclore açoriano e madeirense....


    tutoragem | n. f.

    Colocação de tutor ou estrutura tutora em planta, vaso, cultura, etc; ato ou efeito de tutorar (ex.: arame de tutoragem)....


    carretel | n. m.

    Rolo, geralmente de madeira, que se põe debaixo de objetos pesados que se querem mover, rodando....


    colete | n. m.

    Peça de vestuário, sem mangas, que se veste por cima da camisa....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?