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    Esta palavra no dicionário

    oponível | adj. 2 g.

    Que se pode opor (ex.: dedo oponível)....


    empregador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que emprega ou dá emprego (ex.: entidade empregadora; estes empregadores contratam mão-de-obra ao dia)....


    rentrée | n. f.

    Reabertura dos teatros no começo do ano dramático....


    copirraite | n. m.

    Direito exclusivo que um autor ou o seu editor tem de explorar durante muitos anos uma obra literária, artística ou científica; direito autoral, direitos autorais, direitos de autor....


    titulometria | n. f.

    Técnica de análise química para medir a concentração de uma substância numa solução....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?