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    ungem

    xispeteó | adj. 2 g. 2 núm.

    Que impressiona pela qualidade ou pela inovação mais recente (ex.: este computador é xispeteó)....


    xpto | adj. 2 g. 2 núm.

    Que impressiona pela qualidade ou pela inovação mais recente (ex.: máquina xpto)....


    alíptica | n. f.

    Arte de ungir o corpo para conservar a saúde....


    cristo | n. m.

    Redentor. (Geralmente com inicial maiúscula.)...


    ungido | adj. | n. m.

    Que se ungiu....


    unção | n. f.

    Ação ou efeito de ungir ou untar, com uma substância oleosa, qualquer parte do corpo....


    ungir | v. tr.

    Untar com substância oleosa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?