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    irrefletido

    desavisado | adj.

    Indiscreto; irrefletido; desassisado....


    impensado | adj.

    Irrefletido, não calculado....


    imprudente | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Falto de prudência; irrefletido; precipitado....


    repente | n. m.

    Ato espontâneo e irrefletido (ex.: teve um repente colérico e abandonou a reunião)....


    irreflexão | n. f.

    Ato precipitado ou irrefletido....


    vertigem | n. f.

    Tentação súbita; ato descontrolado ou irrefletido, súbito e irresistível pela sua própria força e instantaneidade....


    gafe | n. f.

    Dito ou comportamento irrefletido....


    inconsciente | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g. | n. m.

    Que não tem consciência....


    escapada | n. f.

    Palavra ou ato leviano ou irrefletido....


    escapadela | n. f.

    Palavra ou ato leviano ou irrefletido....


    Que não foi pensado ou ponderado....


    loucura | n. f.

    Doidice, ato descontrolado ou irrefletido....


    Que não tem ponderação (ex.: decisão imponderada; gesto imponderado)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?