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    dediques-mos

    Que dedica ou que encerra uma dedicação (ex.: texto dedicatório)....


    entregue | adj. 2 g.

    Que se entregou....


    Davo é na comédia latina o tipo de escravo dedicado, mas simplório e bonacheirão, enquanto Édipo é o tipo de espírito vivo e subtil capaz de adivinhar enigmas, como adivinhou o da esfinge....


    alpinista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Pertencente ou relativo ao alpinismo....


    alquimista | n. 2 g.

    Pessoa que se dedicava à alquimia....


    altruísta | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ao altruísmo....


    armenista | n. 2 g.

    Pessoa que se dedica em especial à língua arménia....


    arqueólogo | n. m.

    Pessoa que se dedica à arqueologia....


    chatim | n. m.

    Indivíduo que se dedica ao comércio....


    deboche | n. m.

    Vivência desregrada, dedicada sobretudo aos prazeres do sexo, da comida e da bebida....


    dedicação | n. f.

    Desprendimento de si próprio em favor de outrem ou de alguma ideia....


    Qualidade ou estado do que é displicente....


    dentista | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Profissional de saúde que se dedica ao estudo e tratamento dos dentes; especialista em odontologia....


    devoção | n. f.

    Observância de certas práticas religiosas e piedosas....


    devoto | adj. | n. m.

    Que tem devoção....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.