Pesquisa nas Definições por:

    banto

    guenzo | adj.

    Que está muito magro, adoentado ou enfraquecido....


    doca | adj. 2 g.

    Cego de um olho....


    cafumango | n. m.

    Indivíduo que não trabalha, que vive na ociosidade....


    molola | n. f.

    Grande zona de terreno que, com as chuvas, se converte em charco....


    zambi | n. m.

    Divindade principal do culto banto....


    zombie | n. 2 g.

    Cadáver que se crê ter voltado à vida por meios mágicos....


    cabanga | n. f.

    Cerveja de fabrico caseiro, feita à base de farelo de milho e açúcar (ex.: o consumo de cabanga aumentou nos últimos tempos)....


    changana | adj. 2 g. | n. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo ou pertencente aos changanas....


    banja | n. f.

    Assembleia, reunião....


    xima | n. f.

    Pasta espessa que resulta da cozedura da farinha de milho ou de mandioca, muito usada na alimentação moçambicana....


    cuanza | n. m.

    O mesmo que kwanza....


    mulola | n. f.

    Grande zona de terreno que, com as chuvas, se converte em charco....


    olunhaneca | n. m.

    Língua banta falada no interior de Namibe (Angola)....


    clique | n. m.

    Leve ruído, seco e claro....


    maconde | adj. 2 g. | n. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo ou pertencente aos macondes....


    ronga | adj. 2 g. | n. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo aos rongas....


    chima | n. f.

    Pasta espessa que resulta da cozedura da farinha de milho ou de mandioca, muito usada na alimentação moçambicana (ex.: chima com matapa)....


    chope | adj. 2 g. | n. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo ou pertencente aos chopes....


    mucapata | n. f.

    Prato zambeziano, feito à base de feijão-mungo cozido com arroz e leite de coco (ex.: mucapata com camarão grelhado)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.