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    baldeava-se

    ginga | n. f.

    Espécie de remo que, apoiado num encaixe sobre a popa, faz andar a embarcação....


    balsão | n. m.

    Funil de madeira para baldear ou transvasar vinhos....


    paralheiro | n. m.

    Vasilha em que se baldeia o melaço nos engenhos de açúcar....


    tanque | n. m.

    Reservatório para água....


    baldeadeira | n. f.

    Colher com que se tira o caldo da panela para as tigelas....


    balsa | n. f.

    Tina grande onde a uva é pisada ou onde o mosto fica a fermentar....


    baldeador | adj. n. m.

    Que ou o que baldeia....


    bachucar | v. tr.

    Agitar; vascolejar; baldear....


    baldear | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Passar (líquido) de um recipiente para outro....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.