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    vogasses-mas

    Que voga ou vagueia sobre as ondas; que anda sobre o mar (ex.: delfim fluctívago)....


    toante | adj. 2 g.

    Que toa....


    undívago | adj.

    Que voga ou vagueia sobre as ondas (ex.: undívagas caravelas)....


    vocálico | adj.

    Relativo a vogal ou às vogais (ex.: sistema vocálico)....


    Que está entre vogais (ex.: contexto intervocálico)....


    beisebol | n. m.

    Desporto derivado do críquete, praticado entre duas equipas, muito em voga nos Estados Unidos....


    charleston | n. m.

    Dança de origem americana que teve grande voga por volta de 1925....


    gabadinho | adj. | n. m.

    Afamado, falado; que anda em voga....


    monotongo | n. m.

    Grupo de duas vogais ortográficas que representa apenas um som, por ser insonora a primeira letra desse grupo, como em guerra ou quinta....


    moda | n. f.

    Uso passageiro que regula, de acordo com o gosto do momento, a forma de viver, de se vestir, etc....


    rumba | n. f.

    Música, canto e dança característica de Cuba, de origem africana, que teve grande voga na América e na Europa por volta de 1930. (É em compasso binário e ritmo sincopado.)...


    sinizese | n. f.

    Pronúncia de duas vogais distintas num só tempo prosódico, sem formar ditongo....


    tritongo | n. m.

    Conjunto de três vogais que se pronunciam numa só sílaba, como em quais ou uau....


    vocalismo | n. m.

    Teoria acerca das vogais....


    voga | n. f. | n. m.

    Ato de vogar....


    vogue | n. m.

    Pequena embarcação indiana....


    acento | n. m.

    Inflexão da voz....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?