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    trinchando-to

    trincha | n. f.

    Ferro cortante como a enxó, próprio para limpar buracos no meio das peças dos carros....


    trinchante | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que trincha ou serve para trinchar....


    trincho | n. m.

    Travessa ou prato grande sobre que se trincha....


    trinchador | adj. n. m.

    Que ou aquele que trincha....


    talhador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que talha ou corta....


    bisseto | adj.

    Que está separado ou cortado em dois....


    prato | n. m. | adj.

    Peça, geralmente de louça, em que se come ou em que se serve a comida (ex.: prato de sopa; prato de sobremesa)....


    bissetar | v. tr.

    Cortar em dois; dividir em duas partes....


    trinchar | v. tr. | v. intr.

    Cortar em pedaços ou em fatias (as carnes que se servem à mesa)....


    secto | adj.

    Cujo recorte atinge a nervura central (ex.: folhas sectas)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?