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    rendaras-lhos

    Que se deposita para desse depósito se receber determinada renda anual durante tempo determinado....


    rendável | adj. 2 g.

    Que dá rendas, juros....


    rentábil | adj. 2 g.

    Relativo a renda; rendável....


    arrendado | n. m.

    Lavor em forma de renda....


    barafunda | n. f.

    Grupo numeroso de pessoas que andam apressadas em diversas ocupações....


    conezia | n. f.

    Dignidade de cónego....


    encaixe | n. m.

    Ato de encaixar....


    galdrapa | n. f.

    Porca muito magra com a barriga pendente em pelhancas....


    matação | n. f.

    Amofinação, tormento....


    meias | n. f. pl.

    Contrato de partes iguais em lucros ou perdas....


    pensão | n. f.

    Renda que se paga vitaliciamente ou por determinado tempo a alguém, ao abrigo de determinado regime jurídico ou como recompensa de serviços (ex.: pensão de invalidez; pensão de reforma; pensão vitalícia)....


    renda | n. f.

    Quantia paga regularmente pelo locatário de uma casa ou propriedade ao seu proprietário....


    rendaria | n. f.

    Arte de fazer rendas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?