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    fracassemos-mos

    Que não tem êxito (ex.: alegações imprósperas)....


    êxito | n. m.

    Saída, fim, termo....


    beleléu | n. m.

    Usado em locuções verbais como ir para o beleléu ou mandar para o beleléu....


    brejo | n. m.

    O mesmo que urze....


    fiasco | n. m.

    Resultado desastroso, desfavorável ou negativo de uma empresa ou tentativa....


    fracasso | n. m.

    Estrondo de coisa que se parte ou cai....


    nega | n. f. | conj.

    Rejeição, recusa (ex.: após a terceira nega, desistiu de enviar currículos; levar uma nega). [Equivalente no português do Brasil: toco.]...


    sucesso | n. m.

    Aquilo que sucede, que acontece (ex.: não é possível esquecer os trágicos sucessos que marcaram esse ano)....


    falhado | adj. | adj. n. m.

    Que falhou ou correu mal....


    abortado | adj. | adj. n. m.

    Que não nasceu ou não chegou ao fim do seu desenvolvimento....


    fracassado | adj. | adj. n. m.

    Que fracassou, correu mal ou não teve êxito....


    cara | n. f. | n. m. | n. 2 g.

    Parte anterior da cabeça....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?