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    escondesses-lhe

    Feito sem as formalidades legais, e até evitando-as....


    empalmado | adj.

    Escondido, encoberto na palma da mão....


    Meio escondido pelas nuvens, ou por nuvens transparentes....


    furtivo | adj.

    Feito de forma oculta....


    mudo | adj.

    Que não tem uso da palavra oral ou da capacidade de falar....


    retruso | adj.

    Escondido; obscuro....


    sorrateiro | adj.

    Que faz as coisas pela calada ou às escondidas....


    indisfarçável | adj. 2 g.

    Que não se consegue disfarçar ou esconder....


    Que serve para desviar a atenção do inimigo (ex.: ações diversionárias)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?