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    consagravas-nos

    Que recebeu os últimos sacramentos....


    altar | n. m.

    Mesa em que o sacerdote pagão sacrifica à divindade....


    dedicação | n. f.

    Desprendimento de si próprio em favor de outrem ou de alguma ideia....


    iconóstase | n. f.

    Espécie de grande biombo ou anteparo, com três portas e carregado de imagens, por detrás do qual o padre grego faz a consagração....


    sagrado | adj. | n. m.

    Que recebeu a consagração, que se sagrou....


    hipomancia | n. f.

    Suposta arte de adivinhar por meio dos relinchos e dos movimentos dos cavalos consagrados pelos antigos gregos....


    artóforo | n. m.

    Vaso em que se guardavam as hóstias consagradas....


    crítica | n. f.

    Análise, feita com maior ou menor profundidade, de qualquer produção intelectual (de natureza artística, científica, literária, etc.)....


    hóstia | n. f.

    Vítima oferecida em sacrifício à divindade....


    hostiário | n. m.

    Caixa para hóstias, ainda não consagradas....


    museu | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Lugar destinado ao estudo das ciências e das artes....


    uso | n. m.

    Ato ou efeito de usar....


    Ramadã | n. m.

    Nono mês do ano lunar muçulmano, consagrado ao jejum absoluto durante o dia. (Equivalente mais usado no português de Portugal: Ramadão.)...



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?