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    CESSAMENTO

    decisivo | adj.

    Que decide ou em que há decisão (ex.: aquele foi o momento decisivo para encontrar o vencedor)....


    desitivo | adj.

    Que denota desinência; cessação de ação....


    incessante | adj. 2 g.

    Que não cessa, contínuo....


    télico | adj.

    Relativo a um processo ou a uma ação que evolui até atingir uma finalidade, após a qual cessa o processo ou a ação (ex.: aspeto télico; verbo télico)....


    antienjoo | adj. 2 g. 2 núm.

    Que faz cessar ou evita o enjoo (ex.: comprimidos antienjoo)....


    alívio | n. m.

    Ato ou efeito de aliviar....


    armistício | n. m.

    Cessação temporária de hostilidades....


    calada | n. f.

    Ausência ou cessação de ruído; silêncio absoluto (ex.: na calada da noite, ouvia-se ao longe o ribeiro a correr)....


    calmaria | n. f.

    Cessação do vento e do movimento das ondas....


    idade | n. f.

    Tempo transcorrido desde o nascimento ou desde o princípio....


    aspirador | adj. | n. m.

    Que produz a aspiração....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?