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    alcei-os

    alça | interj.

    Expressão empregada especialmente para mandar levantar as patas às bestas ao ferrá-las....


    alcicorne | adj. 2 g.

    Que tem cornos semelhantes aos do alce....


    alongado | adj.

    Que é longo, comprido (ex.: silhueta alongada)....


    jurisdição | n. f.

    Faculdade ou poder legal de aplicar as leis e a justiça....


    bracelote | n. m.

    Prolongamento da alça do moutão dos braços, nos navios....


    comarca | n. f.

    Divisão territorial de um distrito judicial, sob a alçada de um tribunal de primeira instância....


    jardineira | n. f.

    Mulher de jardineiro ou mulher que trata de jardins....


    bustiê | n. m.

    Peça de vestuário feminino, geralmente sem alças ou mangas, que cobre o busto....


    presilha | n. f.

    Cordão, fita, etc., geralmente em forma de aselha ou de alça, que serve para prender, apertar ou esticar....


    chapa | n. f. | n. m. | n. 2 g. | n. f. pl.

    Peça plana e relativamente delgada de qualquer material duro e resistente (aço, ferro, madeira, vidro), geralmente usada para cobrir, adornar ou revestir algo....


    erguimento | n. m.

    Ato ou efeito de tornar mais alto, de erguer....


    içamento | n. m.

    Ato ou efeito de tornar mais elevado, de içar....


    cestinha | n. f. | n. 2 g.

    Cesta pequena....


    alçada | n. f.

    Limite dos poderes concedidos....


    alçadeira | n. f.

    Suspensório ou liga com que se alçam e suspendem as roupas compridas do vestuário....


    alçado | adj. | n. m.

    Que se alçou ou levantou (ex.: o lateral entrou de pé alçado na jogada)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?