Pesquisa nas Definições por:

    afastarmos-lhas

    aberrante | adj. 2 g.

    Anormal, excecional, que se desvia do caminho reto....


    afasta | interj.

    Expressão usada para afastar ou mandar embora....


    afastado | adj.

    Que se afastou (ex.: pernas afastadas)....


    alongado | adj.

    Que é longo, comprido (ex.: silhueta alongada)....


    amuado | adj.

    Que tem amuo....


    arreda | interj.

    Expressão usada para afastar ou mandar embora....


    asta | interj.

    Afasta! (para fazer recuar os bois jungidos)....


    axífugo | adj.

    Que se afasta do centro....


    cornilargo | adj.

    Diz-se do touro que tem as hastes muito afastadas uma da outra....


    distante | adj. 2 g.

    Que não está junto; que está a uma certa distância (ex.: coloque os braços distantes um do outro)....


    distrátil | adj. 2 g.

    Que se afasta de outro ou que serve para afastar (ex.: alicate distrátil; elemento distrátil)....


    erreiro | adj.

    Diz-se do animal que, emparelhado, só trabalha bem de um lado (direito ou esquerdo)....


    estreme | adj. 2 g.

    Muito puro ou sem mistura....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?