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    Esta palavra no dicionário

    cambeira | n. f.

    A farinha mais fina que, evolando-se da mó, pousa nos objetos circunjacentes....


    fogo-fátuo | n. m.

    Labareda ténue e fugidia produzida pela combustão espontânea do metano e de outros gases inflamáveis que se evola dos pântanos e dos lugares onde se encontram matérias animais em decomposição....


    fuligem | n. f.

    Substância proveniente da decomposição do combustível que se evola dele com o fumo, mas que, mais pesado do que este, se agarra às paredes das chaminés, etc....


    Labareda ténue e fugidia produzida pela combustão espontânea do metano e de outros gases inflamáveis que se evola dos pântanos e dos lugares onde se encontram matérias animais em decomposição....


    evaporar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Reduzir (um líquido) ao estado de vapor....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?