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    Esta palavra no dicionário

    assinável | adj. 2 g.

    Que se pode determinar com exatidão....


    firmado | adj.

    Tornado firme, estável, apoiado....


    P.S. | sigla

    Sigla do latim post scriptum [o que se escreve num texto depois de ser assinado]....


    alvará | n. m.

    Documento que uma autoridade passa a favor de alguém, certificando, autorizando ou aprovando certos atos ou direitos (ex.: alvará de construção)....


    monogramista | n. 2 g.

    Pessoa que faz monogramas ou que assina as suas obras com um monograma ou só com as iniciais....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?