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    rasando-a

    estanhado | adj.

    Coberto ou revestido de estanho....


    rasado | adj.

    Nivelado com rasoura....


    raseiro | adj.

    Que tem pouco fundo (ex.: embarcação raseira)....


    rés | adj. 2 g. | adv.

    Raso; rente....


    arrastadeira | n. f.

    Recipiente quase raso, com o qual doentes e acamados podem defecar ou urinar na cama....


    chão | n. m. | adj.

    Superfície onde se pode pôr o pé e andar....


    ângulo | n. m.

    Espaço entre dois planos ou duas linhas que se encontram ou se cortam....


    brida | n. f.

    Conjunto das rédeas e freio....


    espraiado | adj. | n. m.

    Que espraiou; que se alastrou....


    rasa | n. f.

    Medida de capacidade para secos, equivalente ao alqueire....


    rasadura | n. f.

    Ato ou efeito de rasar....


    rasão | n. m.

    Peça para tirar o que fica acima das bordas de um recipiente usado para medir....


    raso | adj. | n. m.

    Rente, cérceo, rapado, cortado até ao rés de....


    rasteira | n. f.

    Movimento ou golpe com o pé ou a perna para derrubar ou fazer tropeçar alguém....


    tábula | n. f.

    Mesa, geralmente para jogo ou refeições....


    mocassim | n. m.

    Sapato feito de pele cosida, característico dos índios norte-americanos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.