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    olharmos

    alhora | interj.

    Expressão que indica admiração ou espanto....


    dubitativo | adj.

    Que exprime dúvida, incredulidade (ex.: olhar dubitativo)....


    distante | adj. 2 g.

    Que não está junto; que está a uma certa distância (ex.: coloque os braços distantes um do outro)....


    errático | adj.

    Que erra ou que não tem destino certo (ex.: percurso errático)....


    escleral | adj. 2 g.

    Endurecido, fibroso, rijo....


    facoide | adj. 2 g.

    Que tem forma de lente ou de lentilha....


    Que insinua ou se insinua (ex.: pessoa insinuativa)....


    intraocular | adj. 2 g.

    Relativo ao interior do olho (ex.: pressão intraocular)....


    lusco | adj.

    Que tem só um olho....


    lúbrico | adj.

    Que facilita o movimento de deslizar ou escorregar (ex.: chão lúbrico)....


    Relativo à observação das coisas grandes....


    monope | adj. 2 g.

    Que tem só um olho....


    monocular | adj. 2 g.

    Relativo a um só olho....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?