Significado de dirijamos-lhes

    A forma dirijamos-lhespode ser [primeira pessoa plural do imperativo de dirigirdirigir] ou [primeira pessoa plural do presente do conjuntivo de dirigirdirigir].

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    dirigirdirigir
    ( di·ri·gir

    di·ri·gir

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Ter a direção de.

    2. Ter poderes ou responsabilidades de administração, de gestão. = ADMINISTRAR, GERIR, GOVERNAR, SUPERINTENDER

    3. Orientar um grupo de pessoas. = REGER

    4. Indicar um rumo ou uma direção a. = DIRECIONAR, ENCAMINHAR, GUIAR

    5. Mover em determinado sentido ou direção.

    6. Volver, voltar.

    7. Enviar algo a alguém. = ENDEREÇAR, REMETER

    verbo transitivo e intransitivo

    8. Estar ou ter capacidade para estar no comando de um veículo (ex.: dirigir um camião; aprendeu a dirigir). = CONDUZIR, GUIAR

    9. [Brasil] [Brasil] Proceder à planificação e execução de um filme, de uma emissão de televisão ou de rádio.

    verbo pronominal

    10. Tomar ou seguir uma direção. = ENCAMINHAR-SE, IR

    11. Aproximar-se para dizer ou pedir algo (ex.: dirigiu-se a um polícia).

    etimologiaOrigem:latim dirigo, -ere, pôr em linha reta, alinhar.

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    Esta palavra no dicionário

    amecê | pron. pess. 2 g.

    Forma de tratamento informal que se dirige a pessoas que não são tratadas por tu e que obriga à concordância com o verbo na terceira pessoa....


    anfítropo | adj.

    Diz-se do embrião cujas extremidades se dirigem ambas para o hilo....


    convosco | pron. pess. 2 g.

    Com a(s) pessoa(s) a quem o emissor se dirige, num tratamento por "vós" ou por "vocês"....


    A palavra "dirijamos-lhes" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?