Pesquisa nas Definições por:

    torrando

    torreado | adj.

    Munido, fortificado com torres....


    torreante | adj. 2 g.

    Que se eleva como uma torre....


    torriscado | adj.

    Muito torrado (falando-se de fatias de pão)....


    almádena | n. f.

    Torre de mesquita, de onde os fiéis são chamados à oração....


    almenara | n. f.

    Facho que se acendia nas torres e castelos para dar sinal ao longe....


    almuadem | n. m.

    Pessoa que chama os muçulmanos à oração, geralmente da torre da mesquita....


    arranha-céu | n. m.

    Edifício em forma de torre e com um grande número de andares....


    campanil | n. m.

    Liga de metais para sinos, sinetas, etc....


    Doce de consistência sólida, feito com amendoim torrado e açúcar ou rapadura....


    sineira | n. f.

    Mulher do sineiro ou que toca os sinos....


    almuédão | n. m.

    Pessoa que chama os muçulmanos à oração, geralmente da torre da mesquita....


    amendoim | n. m.

    Planta herbácea rasteira (Arachis hypogaea) da família das faseoláceas, com frutos subterrâneos....


    atalaia | n. f. | n. 2 g.

    Torre, guarita ou lugar alto donde se vigia....


    assamar | n. m.

    Crosta de gosto amargo dos preparados assados ou torrados....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.