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    tabelemos-mo

    emolumentar | adj. 2 g.

    Relativo a emolumento (ex.: agravamento emolumentar; regulamento emolumentar; tabela emolumentar; tarificação emolumentar)....


    bilhar | n. m.

    Jogo que se pratica numa mesa especial para o efeito, com bolas em número variável, sendo uma delas impelida com um taco....


    corfebol | n. m.

    Modalidade desportiva em que duas equipas mistas, cada uma com quatro jogadores do sexo masculino e quatro do sexo feminino, devem introduzir uma bola num cesto sem tabela, colocado no cimo de um poste de 3,5 metros de altura....


    tabulista | n. 2 g.

    Pessoa que faz tábuas ou tabelas geométricas, astronómicas, etc....


    fancho | n. m.

    Peça comprida em que se apoia o taco para jogar a bola que fica distante da tabela, no bilhar e em jogos afins....


    índice | n. m.

    Lista sequencial ou alfabética que, no início ou no final de uma obra escrita, apresenta o nome de capítulos, secções, temas, nomes próprios ou termos relevantes contidos no texto, acompanhados das páginas correspondentes (ex.: índice onomástico; índice remissivo; índice temático)....


    reste | n. m.

    Peça comprida em que se apoia o taco para jogar a bola que fica distante da tabela, no bilhar e em jogos afins....


    taxa | n. f.

    Tabela dos emolumentos e custas dos processos....


    rabeca | n. f. | n. 2 g.

    Instrumento musical semelhante ao violino, um pouco maior e de timbre mais baixo....


    lantanídeo | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo aos lantanídeos....


    emolumento | n. m. | n. m. pl.

    Aquilo que se ganha....


    sobrepreço | n. m.

    Preço cobrado acima do que é considerado normal ou que está numa tabela de preços....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?