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    sujava-os

    bodalho | adj.

    Sujo e malcheiroso....


    carraspuda | adj. f.

    Diz-se da língua quando está suja ou áspera....


    choquento | adj.

    Enlameado, sujo de chocas....


    cuspido | adj.

    Coberto ou sujo de cuspo....


    ensebado | adj.

    Coberto de sebo, untado de sebo....


    espurco | adj.

    Que apresenta sujidade ou pouca higiene (ex.: calçada espurca)....


    espúrio | adj.

    Que não tem pai certo ou que não pode ser perfilhado (ex.: filho espúrio)....


    farrusco | adj.

    Que está sujo de carvão, de fuligem ou de outra substância escura (ex.: cara farrusca)....


    imundo | adj.

    Que apresenta sujidade....


    lixento | adj.

    Que tem muito lixo (ex.: ruas lixentas)....


    lixoso | adj.

    Que tem muito lixo (ex.: ribeira lixosa)....


    maculado | adj.

    Que está sujo; que tem manchas ou malhas....


    manchado | adj.

    Que tem manchas ou malhas; sarapintado; sujo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?