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    sobejava-no-lo

    nímio | adj.

    Que existe em demasia....


    sobreposse | adv.

    Mais do que se pode; por demais; além do possível; de sobejo; excessivamente; nimiamente....


    Em grau elevado (ex.: isto é sobejamente conhecido)....


    sobejante | adj. 2 g.

    Que sobeja; que sobra (ex.: o valor sobejante será devolvido)....


    Diz-se do verso grego ou latino a que não faltam nem sobejam sílabas....


    remanescente | adj. 2 g. | n. m.

    Que remanesce ou que sobra....


    sobejidão | n. f.

    Qualidade do que é sobejo....


    sobejo | adj. | n. m. | adv.

    Que sobra ou excede....


    sobra | n. f.

    Ato ou efeito de sobrar....


    socairo | n. m.

    Cabo que sobeja em certas manobras náuticas....


    volte | n. m.

    Jogo no voltarete que consiste em voltar a primeira carta que fica no resto, carta que há de ser o trunfo, e à vista da qual o que faz o volte se descarta, deixando as cartas que sobejam para os seus dois parceiros....


    crescente | adj. 2 g. | n. m. | n. f.

    Que cresce ou aumenta de corpo ou intensidade....


    créscimo | n. m.

    A parte excedente; aquilo que sobeja....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?