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    queimamos-mo

    adusto | adj.

    Que está enegrecido pelo sol ou pelo calor (ex.: face adusta)....


    incruado | adj.

    Diz-se do roçado cuja queima não foi completa....


    queimante | adj. 2 g.

    Que queima, picante....


    rogal | adj. 2 g.

    Relativo à fogueira em que se queimam cadáveres; relativo à pira....


    turícremo | adj.

    Que queima incenso; que incensa....


    urente | adj. 2 g.

    Que queima (ex.: dor urente)....


    ustório | adj.

    Que queima; que facilita a queimadura (ex.: lente ustória; raios ustórios; vidro ustório)....


    arraigota | n. f.

    Tronco seco ou raiz para queimar....


    arroteia | n. f.

    Terreno agora cultivado, mas que antes era maninho ou inculto....


    chamusco | n. m.

    Queima do que se passa rapidamente por uma chama....


    facho | n. m.

    Haste que tem uma extremidade com substância inflamável, usada para iluminação ou sinalização....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.