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    preparamos

    antado | adj.

    Preparado à semelhança de anta....


    apercebido | adj.

    Aparelhado; abastecido; preparado; prevenido....


    aviado | adj.

    Posto a caminho, preparado para viagem....


    chué | adj. 2 g.

    Magro; esguio....


    cru | adj.

    Que está por cozer, por corar ou por curtir....


    Descuidado; desacautelado; desapercebido....


    Da espagírica ou a ela relativo (ex.: preparações espagíricas)....


    Diz-se do sistema de ensino em que o professor interrompe a preleção para interrogar o estudante....


    Diz-se dos preparados que conservam a maciez e frescura da pele....


    marcial | adj. 2 g.

    Relativo a guerra....


    molecular | adj. 2 g.

    Que tem moléculas....


    mirrado | adj.

    Seco; definhado....


    opiado | adj.

    Preparado com ópio....


    oficinal | adj. 2 g.

    Relativo a oficina....


    oxóleo | adj.

    Preparado farmacêutico que tem vinagre por excipiente....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?