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    poderosíssima

    armipotente | adj. 2 g.

    Poderoso, esforçado em armas....


    flamipotente | adj. 2 g.

    Poderoso em chamas (epíteto de Vulcano)....


    possante | adj. 2 g.

    Que tem muita força; forte; robusto....


    potente | adj. 2 g.

    Que tem potência ou poderio; poderoso....


    prepotente | adj. 2 g.

    Muito poderoso, muito influente....


    robusto | adj.

    Forte, vigoroso, apto para resistir às fadigas (pessoa ou animal)....


    Locução que se emprega para indicar que certa instituição se tornou minimamente poderosa e se julga superior às leis....


    Que produz uma onda de explosão poderosa e prolongada através do uso de um combustível que reage com o ar atmosférico (ex.: arma termobárica; bomba termobárica; dispositivo termobárico)....


    importante | adj. 2 g. | n. m.

    Que tem importância, valor ou mérito....


    protetorado | n. m.

    Apoio dado por uma nação a outra menos poderosa....


    xangô | n. m.

    Nome de um orixá poderoso....


    cariúa | n. m.

    Nome dado ao branco pelo Caboclo....


    éforo | n. m.

    Magistrado espartano....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?