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    goravas-te

    favado | adj.

    Que se gorou; que teve resultado negativo....


    goreiro | adj.

    Diz-se da videira que produz pouco e mal....


    grolo | adj.

    Que se gorou (falando-se do ovo)....


    gorado | adj.

    Que se gorou (falando-se do ovo)....


    chocho | adj. | n. m.

    Seco e engelhado....


    beleléu | n. m.

    Usado em locuções verbais como ir para o beleléu ou mandar para o beleléu....


    abortado | adj. | adj. n. m.

    Que não nasceu ou não chegou ao fim do seu desenvolvimento....


    furado | adj. | n. m.

    Que se furou....


    exitoso | adj.

    Que tem muito êxito ou sucesso....


    inexitoso | adj.

    Que não teve êxito ou sucesso (ex.: negociações inexitosas)....


    goro | adj.

    Que se gorou (falando-se do ovo)....


    desvanecer | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Fazer desaparecer ou desaparecer....


    entornar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. pron.

    Inclinar (um vaso) para principiar a esvaziá-lo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?