Pesquisa nas Definições por:

    editorem-lha

    salonicense | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ou pertencente à cidade grega de Salonica....


    editora | n. f.

    Estabelecimento onde se edita....


    editorial | adj. 2 g. | n. m. | n. f.

    Relativo a editor....


    copidesque | n. m. | n. 2 g.

    Trabalho de revisão final de textos para publicação....


    nictalopia | n. f.

    Condição caracterizada pela visão deficiente quando há muita luz....


    feira | n. f.

    Grande mercado que se efetua em datas ou épocas determinadas....


    hemeralopia | n. f.

    Condição caracterizada pela visão normal durante o dia, mas nula ou quase nula a uma luz fraca....


    independente | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g.

    Que ou o que goza de independência....


    imã | n. m.

    O mesmo que íman....


    indie | adj. 2 g. | n. m.

    Que não tem um vínculo a uma grande editora ou produtora e tem geralmente características menos comerciais (ex.: festival indie)....


    página | n. f.

    Qualquer dos lados de uma folha de papel....


    íman | n. m.

    Óxido natural de ferro que atrai o ferro e alguns metais....


    tessalonicense | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ou pertencente à cidade grega de Tessalonica....


    rosto | n. m.

    Conjunto da testa, olhos, nariz, boca, mento e faces das pessoas ou suas representações....


    remasterizar | v. tr.

    Produzir novo máster ou nova matriz de áudio ou de vídeo, com alterações ou com melhoria da qualidade; fazer uma remasterização (ex.: a editora pretende remasterizar as gravações originais)....


    coedição | n. f.

    Edição conjunta por dois ou mais editores....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.