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    desperdice-mo

    mal-empregado | adj. | interj.

    Que podia ter melhor uso (ex.: talento mal-empregado)....


    Final de um verso de Virgílio que nos adverte de que o tempo que passa não volta mais, e de que o não devemos desperdiçar em futilidades....


    desperdiçador | adj. n. m.

    Que ou aquele que desperdiça; esbanjador....


    ora | adv. | conj. advers. | conj. disj. | interj.

    Neste momento (ex.: afinal ele tinha razão, como ora se comprova)....


    desaproveitar | v. tr.

    Não aproveitar; desperdiçar; não utilizar....


    desgovernar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Governar mal....


    granjear | v. tr.

    Tratar a terra para cultivo (ex.: granjear um terreno)....


    malgastar | v. tr.

    Gastar mal ou sem critério....


    perder | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Deixar de ter alguma coisa útil, proveitosa ou necessária, que se possuía, por culpa ou descuido do possuidor, ou por contingência ou desgraça....


    poupar | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Juntar dinheiro; fazer economias ou poupanças....


    prodigalizar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Despender ou gastar com excesso ou demasiada largueza....


    farinha | n. f.

    Pó proveniente da moagem de um cereal, de um legume seco ou de certas raízes trituradas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.