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    concedei-mo

    concessivo | adj.

    Que concede ou relativo a concessão....


    Que concede ou relativo a concessão....


    amã | n. m.

    Perdão que os muçulmanos concedem a quem não segue o islamismo....


    amádigo | n. m.

    Gratificação ou mercê que os nobres concediam à pessoa que lhes criava os filhos e aos lugares onde era feita a criação....


    concessor | n. m.

    Aquele que concede ou faz concessão....


    dataria | n. f.

    Repartição da Cúria Romana onde se expedem e se cobram as graças concedidas pela mesma....


    dignação | n. f.

    Ato de dignar-se conceder uma mercê, graça, prémio, etc....


    ignoscência | n. f.

    Remissão de culpa; perdão que se concede....


    impetra | n. f.

    Rogo; súplica; petição....


    proteção | n. f.

    Ato ou efeito de proteger ou de se proteger....


    salvaguarda | n. f.

    Proteção concedida por uma autoridade qualquer....


    voluntarismo | n. m.

    Caráter do que é voluntário ou voluntarioso....


    voto | n. m.

    Sufrágio ou manifestação da opinião individual a respeito de alguma pessoa ou de alguma coisa que queremos ou que não queremos que seja eleita ou posta em vigor....


    precário | adj. | n. m.

    Inseguro, não estável....


    cupom | n. m.

    Título de juro ou de dividendo que faz parte de uma obrigação ou ação e que se separa na ocasião do pagamento....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.