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    veneravam-tos

    venerando | adj.

    Que é digno de veneração; muito respeitável....


    altar | n. m.

    Mesa em que o sacerdote pagão sacrifica à divindade....


    Cerimónia pela qual o Papa declara digna de veneração alguma pessoa falecida....


    devoção | n. f.

    Observância de certas práticas religiosas e piedosas....


    medalha | n. f.

    Peça de metal com efígie ou emblema gravado....


    sagrado | adj. | n. m.

    Que recebeu a consagração, que se sagrou....


    culto | n. m.

    Forma pela qual se presta homenagem a uma divindade ou a uma entidade muito respeitada (ex.: culto mariano)....


    fitinha | n. f.

    Diminutivo de fita....


    homenagem | n. f.

    Juramento de fidelidade que prestava ao soberano o vassalo que recebia feudo....


    Sentimento de veneração religiosa fundada no temor ou ignorância e que conduz geralmente ao cumprimento de falsos deveres, a quimeras, ou a uma confiança em coisas ineficazes....


    tóteme | n. m.

    Animal, planta ou objeto considerado por certas tribos ou clãs como seu antepassado ou guardião e venerado como símbolo sagrado....


    augusto | adj. | n. m.

    Digno de respeito e veneração....


    deusa | n. f.

    Divindade feminina....


    totem | n. m.

    Animal, planta ou objeto considerado por certas tribos ou clãs como seu antepassado ou guardião e venerado como símbolo sagrado....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?