Pesquisa nas Definições por:

    telham

    assotado | adj.

    Do feitio do sótão (telhado)....


    levadio | adj.

    De telha solta, sem argamassa (ex.: telhado levadio)....


    valadio | adj.

    Em que há valas para receberem a água (ex.: terreno valadio)....


    destelhado | adj.

    Que se destelhou; que perdeu ou a que se retirou as telhas (ex.: casas destelhadas)....


    tegular | adj. 2 g.

    Relativo a tégula....


    Que é relativo às condições térmicas e acústicas (ex.: isolamento termoacústico)....


    mouriscado | adj.

    Diz-se do telhado em que as telhas são ligadas com argamassa em todas as carreiras....


    alpendre | n. m.

    Espaço coberto por telhado, mas sem paredes, pelo menos na frente....


    arribana | n. f.

    Cabana com telhado de colmo, geralmente para recolher gado....


    barracão | n. m.

    Barraca grande, de madeira, coberta de telhado ou de folhas de zinco, para habitação provisória, escritório ou armazém de materiais de construção....


    beira | n. f.

    Faixa de terra junto a uma extensão de água....


    beiral | n. m.

    Beira do telhado....


    caibro | n. m.

    Cada um dos paus grossos que ligam o frechal à cumeeira do telhado e sobre os quais assentam as ripas....


    caleira | n. f.

    Cano aberto longitudinalmente que se fixa ao longo do beiral de um telhado para escoar as águas da chuva....


    caleiro | n. m.

    Cano por onde se escoam as águas do telhado....


    empena | n. f.

    Parede lateral de um edifício, geralmente sem janelas ou aberturas, através da qual um edifício pode encostar a outro (ex.: empena cega)....


    lacrimal | adj. 2 g. | n. m.

    Relativo às lágrimas (ex.: fluido lacrimal)....


    marselhesa | n. f. | adj.

    Hino nacional da República Francesa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?