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    tangando-lhe

    langotim | n. m.

    Pano com que os Indianos se cobrem da cintura para baixo....


    mulambo | n. m.

    Pano que os indígenas de algumas tribos africanas amarram à cintura....


    tangueiro | adj. | n. m.

    Relativo a ou próprio de tango....


    septicolor | adj. 2 g. | n. m.

    Que tem sete cores....


    tango | n. m.

    Dança a dois tempos, de origem espanhola, muito desenvolvida na Argentina....


    tanguista | n. 2 g.

    Pessoa que dança o tango....


    lipa | n. f.

    Tanga usada em Timor....


    treta | n. f. | n. f. pl.

    Ardil empregado na luta ou na esgrima para vencer o adversário....


    tangas | n. 2 g. 2 núm.

    Pessoa que se gaba ou que se tem em alta conta....


    Ave passeriforme (Tangara vassorii) da família dos traupídeos....


    Ave passeriforme (Tangara parzudakii) da família dos traupídeos....


    Ave passeriforme (Tangara inornata) da família dos traupídeos....


    Ave passeriforme (Tangara inornata) da família dos traupídeos....


    Ave passeriforme (Tangara mexicana) da família dos traupídeos....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?