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    transimos-vos

    cru | adj.

    Que está por cozer, por corar ou por curtir....


    Diz-se de certas transições harmónicas em que a mesma nota varia só uma coma....


    eneolítico | n. m. | adj.

    Período da pré-história de transição da Idade da Pedra para a Idade do Bronze, em que se fez uso concomitante da pedra e, pela primeira vez, de um metal, o cobre, para fabricar armas e ferramentas. (Geralmente com inicial maiúscula.)...


    Até ao último extremo; com exagero; sem tréguas....


    Relativo a menopausa (ex.: transição menopáusica)....


    Relativo, simultaneamente, ao esófago e ao estômago (ex.: transição esofagogástrica)....


    jundu | n. m.

    Vegetação rasteira de terreno adjacente à praia ou de terreno de transição entre a praia e o mar....


    monera | n. f.

    Organismo rudimentar que representa a transição do reino vegetal para o animal....


    prova | n. f.

    O que serve para estabelecer a verdade de um facto ou de asserção....


    metabolito | n. m.

    Composto que resulta do processo de metabolismo....


    Período de transição, de duração variável, que corresponde a um conjunto de modificações físicas e psíquicas na mulher que originam ou são causadas pela menopausa....


    meia-sombra | n. f.

    Ponto de transição da luz para a sombra....


    curie | n. m.

    Unidade de medida de atividade de uma fonte radioativa (símbolo: Ci), que equivale à atividade de uma quantidade de material radioativo para a qual o número de transições nucleares espontâneas por segundo é 3,7 x 1010....


    ofiossauro | n. m.

    Réptil que parece formar transição entre os sáurios e os ofídios....


    transa | n. f.

    Ajuste para um acordo ou negócio....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?