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    sorvias-to

    palhinha | n. f.

    Fragmento de palha....


    palha | n. f. | adj. 2 g.

    Haste seca das plantas gramíneas....


    chupeta | n. f.

    Objeto pequeno, com um bico semelhante a uma teta, dado geralmente a bebés e crianças pequenas para chucharem....


    aspirante | adj. 2 g. | n. m.

    Que aspira ou sorve....


    picolé | n. m.

    Sorvete solidificado na extremidade de um pauzinho por onde se pega para o sorver....


    aspirado | adj. | n. m.

    Que se aspirou....


    canudo | n. m. | interj.

    Cilindro, geralmente oco....


    chupadouro | n. m.

    Tubo por onde se sorve o líquido contido num vaso....


    fojo | n. m.

    Armadilha para apanhar feras ou fazer cair o inimigo....


    hausto | n. m.

    Ato de haurir....


    sorva | n. f.

    Fruto da sorveira....


    sorvalhada | n. f.

    Grande quantidade de fruta espalhada pelo chão....


    sorvedouro | n. m.

    Voragem onde a água faz remoinho....


    sorvedura | n. f.

    Ato ou efeito de sorver....


    sorveira | n. f.

    Árvore (Sorbus domestica) da família das rosáceas, cujo fruto é a sorva....


    sorvo | n. m.

    Ato ou efeito de sorver....


    trago | n. m.

    Quantidade de líquido que se ingere de uma vez....


    haustelo | n. m.

    Órgão de sucção de alguns insetos....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?