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    salteamos-tas

    salteada | n. f.

    Ato ou efeito de saltear e de saltar; assaltada....


    caponata | n. f.

    Prato de origem siciliana, geralmente feito com beringelas e aipo cortados em pedaços e salteados em azeite, temperados com molho de tomate, azeitonas, alcaparras, vinagre e açúcar....


    yakisoba | n. m.

    Prato de origem japonesa, preparado com massa alimentícia longa e fina salteada, a que se juntam vegetais e também, geralmente, carne....


    grelo | n. m.

    Gema que se desenvolve na semente....


    cor | n. m.

    Coração....


    salteado | adj. | n. m.

    Assaltado, atacado....


    saltear | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Acometer de súbito....


    sobressaltear | v. tr.

    Assaltar; acometer de improviso; lançar-se repentinamente sobre; surpreender à traição; saltear....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?