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    reprimires-tas

    coercível | adj. 2 g.

    Que pode ser encerrado em menor espaço ou reduzido a menor volume....


    irrefreável | adj. 2 g.

    Que não se pode reprimir ou domar....


    represado | adj.

    Que se represou; detido, suspenso....


    incontido | adj.

    Que não se consegue conter; que não se consegue reprimir....


    conjuração | n. f.

    Compromisso solenemente contraído entre vários indivíduos contra um governo constituído ou as instituições vigentes....


    coerção | n. f.

    Ato de coagir ou de forçar pela intimidação, pela força ou pela violência....


    opressão | n. f.

    Ato ou efeito de oprimir....


    Organização secreta encarregada de reprimir a atividade dos agentes estrangeiros no território nacional....


    refreadouro | n. m.

    Tudo o que reprime ou sujeita como um freio....


    refreamento | n. m.

    Ato ou efeito de reprimir ou refrear....


    rédea | n. f.

    Correia com que se maneja o freio....


    repressor | adj. n. m.

    Que ou aquele que reprime....


    reprimidor | adj. n. m.

    Que ou aquele que reprime....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?