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    REPRIMAMOS-TAS

    coercível | adj. 2 g.

    Que pode ser encerrado em menor espaço ou reduzido a menor volume....


    irrefreável | adj. 2 g.

    Que não se pode reprimir ou domar....


    represado | adj.

    Que se represou; detido, suspenso....


    incontido | adj.

    Que não se consegue conter; que não se consegue reprimir....


    conjuração | n. f.

    Compromisso solenemente contraído entre vários indivíduos contra um governo constituído ou as instituições vigentes....


    coerção | n. f.

    Ato de coagir ou de forçar pela intimidação, pela força ou pela violência....


    opressão | n. f.

    Ato ou efeito de oprimir....


    Organização secreta encarregada de reprimir a atividade dos agentes estrangeiros no território nacional....


    refreadouro | n. m.

    Tudo o que reprime ou sujeita como um freio....


    refreamento | n. m.

    Ato ou efeito de reprimir ou refrear....


    rédea | n. f.

    Correia com que se maneja o freio....


    repressor | adj. n. m.

    Que ou aquele que reprime....


    reprimidor | adj. n. m.

    Que ou aquele que reprime....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Ainda no contexto da palavra estória, gostaria de saber se é errado usar a palavra estória quando se fala de algo que aconteceu; por exemplo: "Queria contar-te uma estória que aconteceu comigo." ou "Queres que te conte a minha estória" (aqui referindo-se ao que se tem passado com a personagem nas últimas 24 horas). Espero não estar a ser chato com esta dúvida, mas a verdade é que, embora tenha gostado da vossa resposta anterior (é sempre bom ter um pouco de cultura), não fiquei muito esclarecido sobre o seu uso corrente, e se é erróneo ou não.